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BAHIA HISTÓRIA

OS CASARÕES AZUL E AMARELO DO PELOURINHO.

Adson Brito Do Velho Professor, psicólogo e diretor teatral.

15/01/2022 10h22
Por: REDAÇÃO Fonte: Adson Brito do Velho / Facebook
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Seja baiano ou turista, quem sobe o Pelourinho é sempre recebido de "braços abertos", pelos seculares casarões azul e amarelo, no topo da ladeira.

Ambos, abrigam verdadeiros tesouros da história da Bahia.

CASARÃO AMARELO.

Ali funcionou, durante muitos anos, um dos mais importantes cartões postais de Salvador: o Museu da Cidade.

Fundado em 1973.

O Museu da Cidade é uma espécie de síntese da cultura baiana.

Lá encontramos, uma réplica do "pelourinho" (coluna de pedra, que servia para castigar criminosos e homens escravizados).

O rico acervo é composto também, de dezenas de bonecos de panos, confeccionadas à mão, representando a vida social da Colônia (bonecas tomando chás, bordando, na sacada das janelas...).

E também belas e enormes esculturas representando os Orixás com suas vestimentas, com informações sobre cada um deles (história, saudações, dia da semana, cores, alimentos...).

Objetos valiosos de Castro Alves, o Poeta dos Escravos (rascunhos de poesias, mechas de cabelo, óculos, xícaras, dentre outras peças de uso pessoal).

Quadros de artistas baianos consagrados, como Presciliano Silva, Jenner Augusto, do argentino-baiano Carybé, dentre outros.

Fechado para "reforma"e não mais abriu as portas.

Ninguém sabe quando irá abrir as portas.

Mais uma vez, seria o caso da cultura baiana relegada ao segundo plano? Ou terceiro, quarto...

Ou plano algum?

CASARÃO AZUL.

Ali funciona a Fundação Casa de Jorge Amado, desde 1987.

Um centro de preservação da memória da obra do maior escritor baiano e um dos maiores do Brasil: Jorge, o amado.

Fazem parte do acervo, documentos pessoais, livros , fotografias, reportagens, inúmeros prêmios do escritor baiano-universal, autor que foi traduzido para 49 idiomas, em 55 países.

Com sua fachada colonial do século XIX, no prédio de três andares funciona também uma livraria, onde são comercializados obras do escritor e da sua companheira, a também escritora Zélia Gattai (Um Chapéu Para Viagem, A Casa do Rio Vermelho, Anarquistas, Graças a Deus, dentre outras obras).

O espaço possui um café, um local agradável para quem aprecia tomar um "menorzinho", um chá, comer um salgado, um beiju ou mesmo se deliciar com as receitas descritas por Jorge Amado, nos seus livros.

E na Porta da Fundação Casa de Jorge Amado, encontramos a escultura de Exu, o guardião da casa.

Obra confeccionada em ferro, pelo artista plástico baiano Tatti Moreno.

Não confundir a Fundação Casa de Jorge Amado (Largo do Pelourinho) com a Casa do Rio Vermelho, que fica na Rua Alagoinhas, 33.

Foto/Internet.

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