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BAHIA TURISMO

Chapada Diamantina: roteiro para ver o máximo possível em 5 dias

E assim surgiu nosso roteiro, que deu bem certo, apesar da correria

21/06/2022 23h16
Por: REDAÇÃO Fonte: Por Thaís Freitas
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Com mais de 30 mil quilômetros de área e composta por 24 municípios,  a Chapada Diamantina tem atrações para entreter os visitantes por pelo menos um mês. Por isso, qualquer roteiro de apenas cinco dias vai ser incompleto e deixar muita coisa legal de fora. Mas como nem sempre temos tanto tempo para viajar como gostaríamos, às vezes é preciso dar um jeito de fazer o máximo possível no pouco tempo disponível. Foi o que fizemos quando vimos uma promoção de passagens aéreas e resolvemos aproveitar para conhecer pelo menos um pouco da Chapada Diamantina.

 

Teríamos 7 dias de viagem, sendo que dois deles gastos nos percursos de ida e volta, com os voos Rio-Salvador-Rio e cerca de 5 horas de carro de Salvador até Lençóis, nosso primeiro destino. Os outros 5 dias restantes foram decididos com muita pesquisa (e disciplina militar da Mari) para que visitássemos todas as atrações principais (mais famosas e bonitas). E assim surgiu nosso roteiro, que deu bem certo, apesar da correria. Aí vão as dicas:

 

 

 

1° Dia – Lençóis, Gruta da Pratinha, Gruta Azul e Morro do Pai Inácio

primeiro dia roteiro chapada diamantina viajadora Lençóis Gruta da Pratinha  Gruta Azul e Morro do Pai Inácio

 

 

 

Chegamos em Lençóis após um longo dia de viagem desde o Rio, e foi ótimo ver o quanto a cidade é bonitinha. Ficamos na Estalagem do Alcino, famosa pelo café da manhã eleito “o melhor do Brasil” pelo Guia Quatro Rodas, o que fez com que as primeiras duas horas úteis do dia fossem dedicadas à função de comer até passar mal degustar essa refeição deliciosa.

 

Dirigimos por cerca de uma hora até a Lagoa da Pratinha, com águas de um verde-claro quase caribenho perfeitas para relaxar ou fazer tirolesa e flutuação na Gruta da Pratinha. Na mesma área também está a Gruta Azul, com um lago subterrâneo especialmente bonito em junho e julho, quando os raios de sol incidem em toda a superfície da água.

 

Almoçamos no restaurante da propriedade e seguimos para o Morro do Pai Inácio, de onde se tem a vista mais imponente da Chapada, com as montanhas que a tornaram tão famosa. De lá fomos para o Vale do Capão, após mais ou menos uma hora de carro, onde nos hospedamos na pousada Tatu Feliz.

 

 

 

As informações completas sobre esse dia, com fotos e custos, você encontra nos posts Estalagem do Alcino: experimentando o melhor café da manhã do Brasil e Roteiro pela Chapada Diamantina: Gruta da Pratinha, Gruta Azul e Morro do Pai Inácio.

 

2° dia – Vale do Capão e Cachoeira da Fumaça

segundo dia roteiro chapada diamantina viajadora Vale do Capão e Cachoeira da Fumaça

 

Fomos cedo para a Associação de Condutores de Viajantes do Vale do Capão (ACV-VC), onde contratamos um guia para nos levar até a Cachoeira da Fumaça, uma queda d’água magnifica de 380 metros de altura. Foram quatro horas de caminhada (ida e volta), que valem a pena pela paisagem do alto da montanha.

 

 

 

Aproximadamente às 16h, seguimos o conselho do Chico, nosso guia, e fomos almoçar a galinha caipira do restaurante Boa Vista, no povoado de Conceição dos Gatos, lá perto. Foi apenas uma das melhores refeições que já fiz e recomendo para qualquer um que passar pela região. Uma coisa bem legal de lá é a possibilidade de fazer o pedido e aguardar numa cachoeira próxima enquanto a comida é preparada, um dos programas que mais gostamos na viagem. (Você pode ler mais sobre isso no post A melhor galinha caipira da Bahia)

 

De pança cheia e felizes, seguimos em estrada de chão por três horas até Mucugê, onde chegamos às 22h na Pousada Mucugê.

 

Informações completas sobre esse dia, com fotos e custos, no post Roteiro pela Chapada Diamantina: Cachoeira da Fumaça e Mucugê.

 

3° dia – Cachoeira do Buracão

terceiro dia roteiro chapada diamantina viajadora Cachoeira do Buracão

 

Acordamos cedo e fomos para a cidade de Ibicoara, em uma viagem de duas horas para encontrar com o Luciano, o guia muito bem recomendado que nos hospedaria pelas próximas duas noites e nos levaria para conhecer as cachoeiras do Buracão e da Fumacinha. Na cidade, compramos água e comida para levar nas trilhas e depois seguimos direto para o Parque Municipal do Espalhado, para fazer a trilha da Cachoeira do Buracão.

 

 

 

Caminhada light, chegamos no Buracão em apenas uma hora. E que surpresa: a cachoeira e seus arredores, com cânions formando o “buraco” que abriga a queda d’água, são tão grandiosos e imponentes que a gente fica até emocionado quando chega lá. Foi a atração que mais gostei, e demos a sorte de não ter mais ninguém lá quando chegamos, então ficou aquilo tudo só pra gente, inesquecível. De lá fomos a outras cachoeiras do parque e a um ponto bem em cima da queda d’água do Buracão, para vermos tudo de outro ângulo.

 

Encerramos o dia com um jantar típico caprichado feito pela Tâmara, esposa do Luciano, e dormimos cedo porque a caminhada do dia seguinte seria longa.

 

Informações completas sobre a visita à cachoeira do Buracão, com fotos e custos, nos posts Roteiro pela Chapada Diamantina: Cachoeira do Buracão

leia mais...https://www.viajadora.com/chapada-diamantina-roteiro-para-ver-o-maximo-possivel-5-dias/

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